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Programa Coração Vivo

 

A modernidade vem trazendo uma severa mudança nos padrões de consumo e de comportamentos não saudáveis que vão se impondo e incrementando as condições crônicas de saúde. Dentre eles, destacam-se o tabagismo, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, o sexo inseguro, a inatividade física, o excesso de peso, a alimentação inadequada e o estresse social. A Organização Mundial da Saúde estima que em torno de 40,3% dos óbitos em 2005 foram causados por doenças cardiovasculares e câncer.

 

“As doenças crônicas determinam impactos fortes: apresentam grandes efeitos adversos na qualidade de vida dos indivíduos, causam mortes prematuras e geram grandes efeitos econômicos negativos para as famílias, as comunidades e os países. O custo econômico das condições crônicas é enorme. Isso se dá porque: as pessoas portadoras das doenças reduzem suas atividades de trabalho e perdem emprego; os prestadores de serviços gastam cada vez mais com os custos crescentes dessas doenças; os gestores de saúde sentem-se desconfortáveis com os pobres resultados em relação ao manejo dessas condições; e a sociedade em geral apresenta enorme perda de produtividade e de qualidade de vida impostas por essas condições” (MENDES, 2011, p. 30).

 

O Programa Coração Vivo visa reduzir os danos cardiovasculares de acordo com as situações de saúde dos participantes. Está divido em três níveis: o nível básico visa uma aproximação e mapeamento das condições de saúde e a manutenção da mesma; os níveis intermediário e avançado focam os cuidados de doenças crônicas cardiovasculares e seu autocuidado.

 

O Ministério da Saúde indica esse tipo de abordagem, a consulta coletiva, como um tipo especial de grupo nas condições crônicas. A consulta coletiva consiste em reunir um pequeno número de participantes e realizar a abordagem clínica, incluindo anamnese, medidas antropométricas, aferição de pressão arterial e de glicemia capilar, avaliação de resultado de exames, entre outras atividades. Todos participam e podem se manifestar durante toda o grupo. Cuidando de não expor os participantes demasiadamente. E mediando conflitos.

 

As vantagens deste tipo de abordagem são:

 

a. Aprendizado por pares: os usuários aprendem muito mais e melhor com a experiência de um semelhante, em um contexto orientado por um profissional, do que com a fala exclusiva de um profissional – em uma consulta. 

 

b. Muitos usuários possuem as mesmas necessidades e a equipe tem a oportunidade de trabalhar essas questões em grupo em vez de realizá-lo individualmente (e, frequentemente, os próprios usuários apontam aspectos muito úteis uns aos outros, seja pela experiência com a doença, pela experiência com os vários serviços que frequentam, seja pelas semelhantes experiências de vida).

 

c. As pessoas que participam do atendimento coletivo relatam que se conhecem melhor; ficam sabendo que não são as únicas a apresentar determinada condição de saúde; relacionam-se com pessoas como elas; adquirem novos conhecimentos; têm oportunidade de levantar questões livremente; e que gostam da companhia dos demais componentes do grupo. Há evidências de que o atendimento em grupo tem impacto na qualidade da atenção e nos resultados em saúde; na satisfação dos usuários; no melhor uso dos recursos; e na melhoria da qualidade de vida.

 

d. A consulta coletiva/compartilhada é mais simples, tanto nos aspectos organizativos e metodológicos como nos aspectos comportamentais simples, como os citados acima.

 

e. A consulta coletiva/compartilhada não substitui a consulta individual.

 

(Fonte: Adaptado de BRASIL, 2014).

 

Referências

 

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica / Ministério da Saúde, Secretaria de atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2014.)

 

MENDES, E. V. As redes de atenção à saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2011.

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Programa Manejo do Estresse e e Inteligência Emocional

 

O Programa de Inteligência Emocional e Manejo do Estresse visa promover ferramentas para o melhor entendimento e manejo das nossas emoções diárias, tais como estresse, ansiedade, raiva e tristeza. Abordaremos como funcionam e se relacionam os pensamentos, emoções, e comportamento. Ao longo do programa, serão utilizadas técnicas com reconhecida eficácia, como meditação com foco na respiração, mindful eating, monitoramento das emoções, acompanhamentos por survey e aplicativos de controle emocional, entre outros.

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Acessoria de Implementação de Programas de Qualidade de Vida no Trabalho

 

 

Tanto para Programas já existentes, quanto para o que irã iniciar, damos acessoria baseada em evidências, reformulação de indicadores, controle, aplictivos, seleção de profissionais, campanhas direcionadas, aplicativos de engajamento. Vale ressaltar a importância e seu impacto dos programas de qualdiade de vida no trabalho no contexto organizacional, tendo tanto as causas internas de uma organização como conflitos pessoais e interpessoais, dificuldade em lidar com estresse e de trabalhar em equipe; quanto as causas externas atuais - oriundas do contexto econômico e sociopolítico, apresentando-se através da crise ética de valores, incerteza em relação ao futuro e desconfiança institucional. Assim, é necessária uma abordagem multidisciplinar para implantar e manejar um programa de qualidade de vida no trabalho.

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Programa de Preparação para Aposentadoria

 

Reconhecer anos de trabalho que ajudaram a construir a solidez de uma organização é saber conduzir uma das etapas mais marcantes na vida de uma pessoa, a transição para a aposentadoria. Em 2002, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estabelece a Política do Envelhecimento Ativo, tendo como pilares a mobilidade, a participação social e a independência. O Programa de Preparação para Aposentadoria é uma das formas das organizações se posicionarem perante a responsabilidade social para com seus colaboradores que passarão por essa nova experiência de Vida.

 

Em nosso país, os Programas de Preparação para Aposentadoria foram legitimados pela Lei n° 8.842/94 (Política Nacional do Idoso), especificamente no art. 10, que ressalta a competência dos órgãos e entidades públicas na área do trabalho e previdência em “criar e estimular a manutenção de programas de preparação para aposentadoria nos setores público e privado com antecedência mínima de dois anos antes do afastamento”. E a Lei n° 10.741/03 (Estatuto do Idoso), especificamente no art. 28, estabelece que o Poder Público criará e estimulará programas de profissionalização especializada para os idosos, a preparação dos trabalhadores para a aposentadoria e o estímulo às empresas privadas na admissão de idosos ao trabalho.

 

“A inclusão dos programas de preparação para a aposentadoria (PPAs) nas empresas vem se refletindo na imagem destas empresas diante dos seus empregados e da comunidade e no clima organizacional, fomentando segurança e bem-estar. Contudo, estes programas de educação precisam começar bem antes da aposentadoria e contar com a participação não só dos pré-aposentados como dos empregados mais jovens e também dos aposentados, num processo permanente de desenvolvimento do ser humano e da qualidade de vida” (FRANÇA, 2002, p. 32).

 

 

O Programa de Preparação para Aposentadoria é uma das formas das organizações se posicionarem perante a responsabilidade social para com seus colaboradores que passarão por essa nova experiência de Vida. Veja os temas centrais:

 

- Arte de Viver

- Máscaras sociais e Identidade

- Finanças Comportamentais: a dinâmica do seu dinheiro e conheça seu modelo financeiro

- Finanças Comportamentais: organização pessoa e financeira

- Preservação e Promoção da Saúde

- Legislação e Avaliação (dos encontros anteriores)

 

Referências

 

FRANÇA, L. Preparação para aposentadoria. In: VERAS, R. (org.). Terceira Idade: Alternativas para uma sociedade em transição. Rio de Janeiro: Editora Relume Dumará/UnATI, 1999, p. 11-34.

 

OMS (2002). Active Ageing: A Policy Framework. Disponível em: <http://www.who.int/ageing/publications/active/en>. Acesso em 24 nov 2015.

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Implementação de Conformidades

 

A ISO 9001:2015 traz o conceito de mentalidade de risco, que, dentre as novas diretrizes propostas, propõe a análise de contexto da organização (Item 4.1). Fica claro que o processo de desenvolvimento e implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade deve atender a este conteúdo (SGQ), observando tanto as questões internas quanto externas.

 

Entre as questões internas, existem possibilidades de risco para o negócio (6.1.1). Estes riscos, além de impedirem a empresa de atingir seus objetivos, a coloca na possibilidade de não-conformidade. Isso acontece quando há conflitos de valores, falta de confiança, queda da reputação da empresa entre os colaboradores, estresse, burnout e turnover, entre outros. Para realizar essa análise, é necessário levar em conta os valores, a política e a cultura organizacional (Item 4.1 - Nota 3). A organização deve determinar os riscos e oportunidades e um planejamento para abordá-los (6.1).

 

Além disso, a organização deve prover um ambiente adequado para a operação de seus processos (Item 7.1.4 Nota única), incluindo fatores humanos sociais e psicológicos. Portanto, a organização deve promover um ambiente psicologicamente saudável, livre de estresse, emocionalmente seguro, tranquilo, e com boas relações interpessoais.

 

Um outro aspecto a ser considerado é a avaliação da eficácia destas ações (Item 6.1.2), que deve ser realizada conforme padrões mensuráveis, através de ferramentas específicas. Por exemplo, a confiança é um elemento fundamental para a operação de processos, e pode ser avaliada através do Questionário de Confiança no Trabalho.

 

Porém, tudo isso só terá validade se todos estiverem conscientes destes elementos (Item 7.3). Neste sentido, é necessário trabalhar com os colaboradores o propósito da organização, sua política, e os objetivos do Sistema de Gestão da Qualidade. Depois da conscientização, o próximo passo é o engajamento comportamental. Esse comprometimento inclui saber qual a contribuição individual para a qualidade, e as consequências de não estar conforme o SGQ. Além da importância do comportamento humano requerido pelos funcionários para atender outros programas de gestão como Meio Ambiente e Saúde/Segurança no trabalho. Inclusive, nesse último, faz parte do requisito normativo 4.3.1 "c" da OHSAS 18001:2007.

 

Itens atendidos:

- 1 Entendendo a organização e seu contexto

- 1 Ações para abordar riscos e oportunidades / 6.1.1 e 6.1.2

- 1.4 Ambiente para a operação dos processos

- 3 Conscientização

 

Para atender e fortalecer estes itens, a Empresa Viva propõe as seguintes ações:

 

Manejo do Estresse e Inteligência Emocional (Item 7.1.4 e Item 6.1)

 

Uma pesquisa relizada pela ISMA-BR em São Paulo e Porto Alegre mostrou que o burnout atinge pelo menos 30% dos trabalhadores. Porém, o estresse não é o problema, o problema é quando ele não é manejado. Portanto, esta ação visa promover ferramentas para o melhor entendimento e manejo das nossas emoções diárias, tais como estresse, ansiedade, raiva e tristeza. Abordaremos como funcionam e se relacionam os pensamentos, emoções, e comportamento.

 

Instrumentos e indicadores: Escala de Estresse no Trabalho; Escala de Burnout; Questionário de Coping; GAD-7; PHQ-9.

Indicadores: número de faltas, número de casos de burnout relatados.

 

Dinâmicas: Mindfulness, meditação com foco na respiração, mindful eating, mindful walking, monitoramento das emoções, situações provocadoras de ansiedade.

 

Propósito (Item 7.3 e Item 6.1)

 

Uma das grandes tendências sociais e mercadológicas dos próximos anos é questão da busca por um propósito. As empresas estão seguindo a direção de entender o lucro não mais como o objetivo, mas como um catalisador para a realização desse propósito maior. Numa recente pesquisa realizada pela revista The Economist, foi identificado, através de uma avaliação de mercado, que 79% dos consumidores preferem comprar produtos de uma empresa que opera com propósitos sociais.

 

Porém, como toda tendência que é seguida de forma superficial, geram-se mal-entendidos. Abordamos nessa ação, portanto, a real natureza de um propósito, suas dimensões de manifestação, e como, através dele, qualificar a motivação e o engajamento dos colaboradores e clientes.

 

Instrumentos: Logo-test (1996), Seeking of Noetic Goals Test, (SONG-Test; 1977) e o Purpose in Life (PILTest)  

 

Valores Vivos (4.1, 7.3 e 6.1)

 

Nem sempre os valores da organização estão claros para os seus colaboradores. Além de baixo engajamento e presenteísmo, isso pode levar a conflito de valores.  Há também a necessidade de cada um reconhecer os seus valores individuais, fortalecendo o capital psicológico. E por fim, realizar um alinhamento entre os valores organizacionais e os valores pessoais, potencializando ao máximo a motivação e a performance.

 

Instrumentos: Questionário de forças pessoais; Grupo focal; Prova dos valores da empresa; Questionário de motivação no trabalho.

Indicadores: Índice de Forças Pessoais (IFP).

 

Dinâmicas: Em busca dos valores, Desenhando minha empresa, Se minha empresa falasse, Força Pessoais, Grupo Focal

 

Posicionamento Estratégico (4.1 e 7.3 e 6.1)

 

O tema da estratégia sempre é presente no mundo das organizações, porém pode ficar subjetivo seu entendimento e sua aplicação. A Estratégia vem da Doutrina da Guerra, e como doutrina requer a Formação Humana. Assim, a solução estratégica é resolver um problema sem causar outro. O cerne da Estratégia não é atingir metas, o ser humano é a sua própria Meta. É necessário um mapeamento de como a alta gerência compreende este tema e como isso é trabalhado na organização. Em seguida, um trabalho de intenso reconhecimento interno e externo. Para isso serão desenvolvidos sete princípios (centro, distância, tempo, regulação, ritmo, absorção e controle).

 

Instrumentos: Índice de aplicação dos princípios da estratégia (IAPE).

 

Conteúdo: As faculdades humanas, O que é Estratégia, os 7 princípios da estratégia, hábitos do sucesso.

 

Dinâmicas: Dinâmica das faculdades humanas, dinâmicas dos 7 princípios da estratégia, construindo o caminho do êxito e as 10 dinâmicas dos hábitos do sucesso.